Lançamento!


Jonas, o contador de histórias

Toda filosofia necessita de uma pedagogia, um caminho, um modo de se chegar à essência. Histórias, contos, apólogos são, hoje, como as parábolas do tempo de Jesus. Em linguagem simples, aclaram a caminhada. A longo da história do Cristianismo, houve longas discussões acadêmicas, eruditas, sofisticadas, verdadeiros atalhos. 

Os primeiros cristãos eram homens do caminho, não dos atalhos. Seus exemplos vividos eram amar incondicionalmente. Sevir pelo bem de servir era sua trajetória. O Espiritismo, o Cristianismo que nasceu de novo, reposiciona as balizas do itinerário evolutivo. Demarca o caminho para que não seja perdido de vista. É uma volta à pureza e à simplicidade originais.

Bendita pedagogia que nos leva a fazer o bem a todos, a oferecer a outra face, a andar mais dois mil passos e finalmente, a amar o próximo como a nós mesmos. Condições indispensável para que, um dia, sejamos puros de coração e, então, possamos ver a Deus.

Jonas, personagem criado por uma comunidade espiritual, caracteriza-se pela necessidade de aprender por meio das histórias que conta e interpreta. É como um experiente professor que nos pega pela mão e anda conosco pelos bosques perfumados, mostra as aves a cantar canções que ninguém as ensinou, o céu luminoso, os verdes de muitos tons que acalmam e fazem sentir o beijo da brisa fresca da manhã que nasce. Assim reunimos forças para que, lá adiante, possamos caminhar por nós mesmos, porque teremos vivido e crescido para ser novas criaturas a caminho do grande encontro com o Cristo.











LANÇAMENTO





É com alegria que a Editora Lorenz apresenta o novo livro de Maria Nazaré Laroca, que nos brinda com belíssimos poemas bilíngues, português/esperanto, enriquecendo a nossa literatura.

“Chão de Pássaros, cativante livro de poemas, é um hino à poeticidade”, como bem assevera Paulo Nascentes.






Sinopse:
(...) os pássaros-poemas de Nazaré Laroca guardam um olhar singelo, mas não simplista, sobre os mistérios do tempo, das relações, dos afetos, da evolução, do fugaz e efêmero de mãos dadas com o eterno. Desfilam os mistérios do fazer poético, dos sulcos da experiência deixados na pele, das estações do ano. São flores poéticas desentranhadas dos passeios no parque, dos olhares do cão e da criança, dos mistérios enfim da vida.


Maria Nazaré: Professora aposentada da Universidade Federal de Juiz de Fora e membro da Academia Juiz-forana de Letras.